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Sobre a festa na FLINstones – Deley Cultural

Sobre a festa na FLINstones

Deley Cultural

PDF682

festa na FLINstones 1 23

No ano de 2015 uma sequencia de três textos foram escritos a partir de uma observação da estrutura da feira literária em Natal/RN. A observância de um deley cultural, um diferença entre o real e o desejado, um minimo a ser oferecido e apresentado. A falta de planejamento para que a feira fosse oferecida a todos. A falta de sensibilidade quanto a questão da acessibilidade, por vários seguimentos da prefeitura, desde o planejamento a realização, com policiamento e fiscalização no local, não observando detalhes. Inclusive aos problemas mostrados ao prefeito, no momento e no local, seguido da resposta de praxe, “Tomaremos uma providencia” e “Isto não pode acontecer”.

Agora surge o anuncio da realização da feira em outro local, fato que incentivou a fazer uma visita ao citado local twitado, sem critérios jornalísticos, apenas observacionais Um olhar a partir de um Survey. E algumas falhas já foram observadas, em uma obra prestes a ser terminada. Alem de falhas arquitetônicas no espaço interno, há falhas em sua volta, e que também foi anunciado, um espaço a ser utilizado.

Uma prefeitura enaltecida de ser cultural, com cultura de gabinete, resolvendo suas tomadas de decisão, sem critérios de observação, apenas com assinaturas de ordens de serviços. Sua sede administrativa, o seu palácio, vem sistematicamente recebendo avisos e promessas de interdições, por ações de órgãos estaduais, o que nos leva a analisar o retrato de uma prefeitura.

O retrato de uma prefeitura PDF 667

https://xananasblog.wordpress.com/2016/06/26/o-retrato-de-uma-prefeitura/

O retrato de uma prefeitura (parte2) PDF 668

https://xananasblog.wordpress.com/2016/06/26/o-retrato-de-uma-prefeitura-parte-2/

O retrato de uma prefeitura (parte 3) PDF

http://soupwithcake.blogspot.com.br/2016/06/o-retrato-de-uma-prefeitura-parte-3.html

Festa na FLINstones (Partes 1, 2 e 3) PDFs 520, 526 e 530

Festa na FLINstones

(Parte 1)

PDF 520

Festa na FLINstones

(Parte 2)

PDF 526

Festa na FLINstones

(Parte 3) – Final

PDF 530

http://forumdomaracaja.blogspot.com.br/2015/11/festa-na-flinstones.html http://arrochandoono.blogspot.com.br/2015/11/festa-na-flinstones-parte-2.html http://digestaodepessoas.blogspot.com.br/2015/11/festa-na-flinstones-parte-3-final.html

Um delay cultural, um atraso nas ideias de  planejamento, observando as respostas, para que o oferecimento de uma feira em um espaço livre, possibilitasse a participação de todos.

E agora o que tudo indica, os mesmos problemas detectados em 2015 poderão ser recorrentes em 2016. A falta de planejamento associada a falta de observação, e a falta de ser um bom ouvidor, ouvir as reclamações daqueles que participam dos usos das ruas, com faixas de pedestres e calçadas.

Festa na FLINstones

(Parte 1)

PDF 520

Era uma sexta-feira, na semana do dia de finados, semana de lembrar de coisas passadas. E pessoas e ideias; e comportamentos mortos, foram lembrados.  A começar pela manhã, tal como uma aula inaugural, uma explanação e uma exposição verbal, visual e oral, histórica e cultural. O comportamento social do ser humano ao longo da história, desde os tempos do pós-guerra, com os restos de soldados ainda vivos, espalhados pelas ruas e cidades da Europa, depois da Primeira Grande Guerra. Um breve relato com oradora oficial, na Oficina e apresentação de cordel da Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência. Perguntas mais esclarecedoras foram feitas à parte.

E a sexta-feira, também era dia de Festa na FLINstones, coisas que aconteceriam mais tarde, à tarde e no final da tarde. Nunca é tarde para ver e observar, tentar corrigir e aprender.

Muitos soldados entregaram suas vidas à suas mães, suas pátrias e nações. E voltaram da guerra amputados e mutilados. Foram amputados seus membros, por petardos e por uma medicina que não tinha argumentos e instrumentos, não tinha outra opção naquele momento, como recuperar ou preservar braços e pernas estilhaçados. Com anestesias, conhaques, whisky e morfinas, partes humanas foram amputadas, não existiam outras alternativas medicamentosas e alternativas tecnológicas. E a medicina usou como solução, uma intervenção cirúrgica de amputação, antes de maiores complicações ao corpo que sobrara. Este era o conhecimento da época.

Ainda hoje tem sido uma solução, o ato de amputar, trocado por extirpar. A amputação de um câncer, evitando sua proliferação. A retirada de células, tecidos, partes e órgãos atingidos. Com acompanhamentos e convalescências radioterápicas e quimioterápicas. Por muito tempo os dentistas que ainda não eram odontólogos oriundos de universidades, arrancaram os dentes de pacientes, por ainda não conhecerem tratamento de profilaxias e terapias, oral e dental. As estratégias de desfazer-se e eliminar, o que supostamente não tem uma solução. E sua conservação julga-se ser prejudicial. Separar do corpo, extirpar e subtrair. Isolar e não permitir contaminações. Visões e interpretações de miasmas. Separar o joio do trigo. A visão de que uma fruta podre, pode contaminar o resto da caixa. Visões sociológicas e comportamentais, sobre um corpo anatômico e fisiológico.

E soldados amputados voltaram da guerra totalmente desamparados, sem casas e sem membros que os amparassem diante das ruas e das esquinas. Improvisaram bengalas e muletas, sentaram em escadas e escadarias. Fizeram suas casas em ruas e calçadas tentando angariar a comoção alheia, na tentativa de conquistar alguns tostões para prolongar sua existência. Conquistaram a denominação de aleijados, diante da sociedade, que vivia a sua volta, com membros preservados. Eram os excluídos de uma sociedade, os extirpados. Uma sociedade que não tinha soluções para os seus problemas. Faltavam o conhecimento e a aproximação, dos problemas e dos ditos problemáticos.

E a sociedade evoluiu suas visões e suas missões diante daqueles excluídos. Precisou evoluir para receber novos excluídos. A sociedade também age como a medicina, amputando seres da sociedade, enquanto não tem uma ideia, ou uma função para acolhe-los, no denominado sistema produtivo, produzido pelo capitalismo. A industrialização com maquinas e ferramentas forneceria nos produtos e novos excluídos, vítimas de acidentes de trabalho. Vítimas de novas guerras; vítimas do automobilismo. Vítimas por acometimentos de nascença. A preservação da espécie como instinto, oposto ao canibalismo social.

O termo usado para aqueles seres humanos exilados da sociedade foi cada vez mais, se modificando e evoluindo, até chegar uma denominação, de portadores de necessidades especiais. Entendia-se que tinham uma necessidade diferenciada dos demais. E a palavra ‘portar’ ficou como uma cruz para carregar, portar e carregar consigo uma necessidade, uma fragilidade, ocultando uma deficiência, na comparação com o ser humano considerado normal. Mas neste momento a sociedade já admitia escutá-lo. Ouvir suas dificuldades e suas necessidades, a partir do olhar do excluído.

O eterno ato de dominar e excluir, segue em vários parâmetros e várias instâncias. Por um longo tempo, os boletins escolares tinham notas classificadas por letras, A, B, C e D. E os últimos da turma eram carimbados pela letra D, de deficiente, até que mudaram os termos, para outras palavras com letras abreviadas: ‘E’ de Excelente, ‘MB’ de Muito Bom, B de Bom. Os primeiros e os medianos na sala, sob o ponto de vista do professor. Os últimos eram classificados com a letra ‘I’ de insuficiente. Alunos são, ou já foram classificados de zero a cem e de zero a dez. Depois podem ser classificados de graduados e pós-graduados, a segregação institucional do conhecimento.

Uma diversidade de estereótipos, e estes são criados, inventados e encontrados, em vários seguimentos da sociedade. Desde a vida cromossômica, a disputa em ser o primeiro, e os outros descartados.

E os conceitos vão mudando, até que chegue um dia, quando cada um terá o livre arbítrio de fazer suas próprias escolhas. E construir o seu próprio e conhecimento, e não decorar os conhecimentos de outros. Há um novo compromisso social, por CARDOSO, R. em Novo Papel da Comunicação (Informática em Revista | Pag 24 | Edição 104 | novembro de 2015 | Natal/RN | https://issuu.com/facarn/docs/info-edicao104-novembro2015?e=0).

Festa na FLINstones

(Parte 1)

PDF 520

Em 8/11/15

Entre Natal/RN e Parnamirim/RN

Festa na FLINstones

(Parte 2)

PDF 526

Depois de um relato histórico do processo cultural, da visão social sobre os deficientes nas sociedades, a última ideia sobre uma situação, uma nova definição, e uma nova condição. E finalmente foi adotado o termo de “pessoa com deficiência”, para aqueles que tiveram outros títulos em sociedades diversas, e de outras épocas. Começam novamente a ter um maior direito, e respeito ao usar o espaço público. Assim entende-se e assim se supõe. A explanação foi feita em um espaço público governamental e estadual, e espera-se que as autoridades públicas sejam as primeiras a entender e colaborar.

A transferência da responsabilidade de uma situação, se a sociedade ainda não tem uma solução definitiva para acolher a pessoa com deficiência, ela que assuma o termo escolhido, a estratégia de não assumir uma posição. E atualmente o termo escolhido é pessoa com deficiência, enquanto a sociedade e as cidades procuram resolver seus problemas e suas deficiências, buscando as suas melhores eficiências. E até fazer suas adaptações, das suas próprias deficiências em criar espaços que se adequem a todos, independentemente de raça, cor e religião, e agora a condição física. A condição fisiológica ou anatômica de cada um. O mundo gira constantemente, dia e noite, em busca de uma homogeneidade.

Ruas e praças, calçadas e escolas, todas ainda deficientes, devem criar alternativas, a curto, médio, e longo prazo, para receber aqueles excluídos, de adentrar no espaço público dotados de obstáculos e objetos diversos. Um acesso para aqueles que não tem possibilidades anatômicas e/ou fisiológicas para entrar nos espaços chamados de públicos.

A convenção sobre deficientes. Um evento foi criado para explanar a um público especifico estas novas ideias. E um espaço foi escolhido. Um espaço com deficiências para atender um público exclusivo, com um objetivo. Um espaço chamado de Escola de Governo (Natal/RN), dentro de um espaço da administração estadual, sediada em Natal. Um espaço que demonstra não ser dotado de acessibilidade, difícil inclusive aos que não possuem as denominadas e listadas dificuldades, ali chamadas agora de deficiências.

Não existem calçadas ou vias de acesso livres, para aqueles que chegam ali de ônibus, os chamados transportes coletivos. Não há espaços seguros como calçadas e travessias ligando o portão principal, até chegar na denominada escola. Inclusive com impossibilidades de acesso no seu perímetro, onde inúmeras filas de carros que estão estacionados, impedindo uma travessia por articulação motora, pelo simples uso das pernas.

Natal a cidade feita para os carros. A herança americana, que atravessavam a cidade conduzindo seus jipes. Hoje carros enormes ocupados apenas pelo condutor, imprimem uma alta velocidade nas vias do espaço governamental, que segundo fontes administradoras, estão limitadas a 30 Km/h, no espaço público e estadual.

Administradores públicos deixam claro as suas deficiências e ineficiências, não possuem um faro, não distinguem os problemas a partir de seus cargos públicos, que os beneficiam de um carro fechado e gabinetes isolados, com serviços de cafezinho e agua gelada. Administradores públicos possuem uma deficiência gustativa, não gostam de provar e comer, daquilo que foram eleitos para administrar e fazer.

E ainda teria um outro espaço para observar, para analisar. A festa na FLINstones. O quebra-cabeças estava armado.

Festa na FLINstones

(Parte 2)

PDF 526

Festa na FLINstones (Parte 1)

Texto disponível em:

http://forumdomaracaja.blogspot.com.br/2015/11/festa-na-flinstones.html

http://caldodecanapaodoce.blogspot.com.br/2015/11/festa-na-flinstones-parte-1.html

Festa na FLINstones (Parte 2)

Texto disponível em:

http://digestaodepessoas.blogspot.com.br/2015/11/festa-na-flinstones-parte-2.html

http://soupwithcake.blogspot.com.br/2015/11/festa-na-flinstones-parte-2.html

Festa na FLINstones

(Parte 3) – Final

PDF 530

E na mesma sexta-feira da semana de finados, depois de uma conferência sobre os deficientes, uma visita à feira literária, ao cair da tarde. Depois de bem instruído e informado, por palestrantes escolhidos, os que praticam o respeito e a acessibilidade. A oportunidade de ver se tudo estaria posto em pratica, pelos administradores do município, no uso do espaço público. E no vale da Ribeira, a origem da cidade, uma festa na FLINstones, com coisas e atos da idade da pedra.

No evento matutino, uma justificativa foi apontada, para as escolas existentes atualmente. Escolas que foram planejadas e construídas quando não se falava nos temas atualmente debatidos, temas relacionados aos deficientes. Mas um evento recentemente idealizado e construído, montado em espaço público. Imagina-se que ideias e providencias deveriam ser tomadas, e providenciadas. Antes, durante e depois. Antes do planejamento e durante o acontecimento. Criando informações e conhecimentos para os próximos eventos.

O espaço é público, com a possibilidade e o direito de uso de todos, e por todos, até os falecidos. E falecidos estão ali permanentemente presentes, observando a sociedade de hoje. Djalma Maranhão, como espaço cultural. Augusto Maranhão, como teatro. E Augusto Severo, em pose de estátua. Duque de Caxias também está próximo daquele espaço; Barão do Rio Branco, Câmara Cascudo e outros. Sem contar os jornais tradicionais da cidade, fundados e criados por antigos e reconhecidos moradores. E a Ribeira insiste em ser resgatada. Insistem em resgata-la, por poderes culturais, históricos, públicos e privados.

O espaço público, a céu aberto, localizado na Ribeira, já não possui uma planta ideal para quem queira ali circular, há sempre carros, motos e bicicletas circulando pela enorme calçada. Fica claro, que na tentativa de preservar arvores e jardins, ficaram espaços estreitos e mínimos para indivíduos, que ali queiram transitar, a pé ou com uma cadeira de rodas. E na tentativa de cumprir regras básicas de acessibilidades, com uso do piso táctil, o que era estreito, ficou mais reduzido ainda, tendo em vista que os deficientes visuais precisam movimentar suas espadas.

Com tendas e barracas armadas, com estruturas de ferro e aço, os pisos guias foram bloqueados na FLINstones. Rampas de acesso estavam obstruídas e impedidas de serem usadas. Sem ordenação e afastamento os “ambulantes fixos”, armaram acampamentos para venda de bebidas variadas. A enorme quantidade de público presente, intensificavam as impossibilidades e dificuldades, já existentes.

Carros públicos com objetivo de fiscalizar o espaço, estavam posicionados ao longo das vias com uma faixa continua e amarela, indicando não ser permitido estacionar. Fiscalizadores públicos com uniformes de cor chamativa, deixando claro que trabalham na cidade noiva do Sol, não possuíam nome de identificação nos uniformes de cor exaltada. Não era possível reclamar ou contestar.  E cobram respeito à sua suposta autoridade. Estavam ali presentes como simples anônimos, com pose de pintinho amarelinho. Quem sabe talvez, uma manifestação cultural, remetendo a ideia do Flintstones. Parados com olhares abismados, aguardando o show começar. Era o dia do ex-ministro cultural se apresentar.

Inúmeros carros parados junto ao meio-fio, parecendo que necessitavam ser empurrados, de tão pesados que estavam. Amarelinhos pálidos assistindo tudo, com ares de quem não tinham nada a ver com aquilo. Questionados disseram ser algo fora do acontecimento normal, e compreensível, passível de acontecer e compreender. A estratégia do não se envolver.

Em outro dia, questionando o amarelo maior, em um momento fora das telas de TV, sobre a identificação dos amarelos menores, disse ele que, alguns possuíam identificação e outros não. Restando agora o filosofar, sobre o entendimento da estratégia, entre o sim e o não. O trailer de apoio ao turista, permanentemente fechado, durante uma permanência na FLINstones. No espaço que vem tentando-se resgata-lo como espaço histórico e cultural, na cidade do Natal.

Um conjunto de falhas administrativas, urbanas e turísticas. Falhas preventivas e coercitivas, no show literário com a pretensão de divulgar e promover Natal/RN. Um espaço com um Deley cultural, a diferença entre as necessidades culturais do povo, e as necessidades culturais daqueles que administram os espaços e os eventos.

Festa na FLINstones

(Parte 3)

PDF 530

Em 22/11/15

Entre Natal/RN e Parnamirim/RN

Textos Anteriores

Festa na FLINstones (Parte 1)

Texto disponível em:

http://forumdomaracaja.blogspot.com.br/2015/11/festa-na-flinstones.html

http://caldodecanapaodoce.blogspot.com.br/2015/11/festa-na-flinstones-parte-1.html

Festa na FLINstones (Parte 2)

Texto disponível em:

http://digestaodepessoas.blogspot.com.br/2015/11/festa-na-flinstones-parte-2.html

http://soupwithcake.blogspot.com.br/2015/11/festa-na-flinstones-parte-2.html

http://arrochandoono.blogspot.com.br/2015/11/festa-na-flinstones-parte-2.html

E agora o que tudo indica, os mesmos problemas detectados em 2015, na festa FLIn, mas parecendo um FLINstones, na idade da pedra. Os mesmos problemas poderão estar presentes 2016. A falta de planejamento associada a falta de observação, e a falta de ser um bom ouvidor, ouvir as reclamações daqueles que participam dos usos das ruas, com faixas de pedestres e calçadas. Aguardemos o que pode acontecer, como convidados ilustres do mundo literário, que não compreendem uma linguagem escrita em rusas e calçadas.

Sobre a festa na FLINstones

Deley Cultural

PDF682

Texto postado em:

http://blogdomaracaja.blogspot.com.br/2016/07/sobre-festa-na-flinstones.html

Textos relacionados:

O retrato de uma prefeitura PDF 667

http://pelasruasdenatal.blogspot.com.br/2016/06/o-retrato-de-uma-prefeitura.html

https://xananasblog.wordpress.com/2016/06/26/o-retrato-de-uma-prefeitura/

O retrato de uma prefeitura (parte2) PDF 668

http://caldodecanapaodoce.blogspot.com.br/2016/06/o-retrato-de-uma-prefeitura-parte-2.html

https://xananasblog.wordpress.com/2016/06/26/o-retrato-de-uma-prefeitura-parte-2/

O retrato de uma prefeitura (parte 3) PDF 671

https://wordpress.com/post/xananasblog.wordpress.com/132

http://soupwithcake.blogspot.com.br/2016/06/o-retrato-de-uma-prefeitura-parte-3.html

https://wordpress.com/post/xananasblog.wordpress.com/132

Quando não existirem mais as palavras

http://komunikologie.blogspot.com.br/2016/07/quando-nao-existirem-mais-as-palavras.html

Um poste no meio do caminho

http://chaodepato.blogspot.com.br/2016/07/um-poste-no-meio-do-caminho.html

Entre Natal/RN e Parnamirim/RN

Em 13/07/2016

por Roberto Cardoso (Maracajá)

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Lula a caminho da produção cientifica – a tese

Lula a caminho da produção cientifica – o TCC, a monografia, a dissertação e a tese

 PDF 597

 

Lula a caminho da produção cientifica: o TCC, a monografia, a dissertação e chega-se a tese. A caminho de uma independência na produção cientifica e bibliográfica. Resta agora escolher um título, simples e objetivo como: Efeito Lula ou Fenômeno Lula.

A construção do cidadão, do proletariado a presidência da república. A polemização do trabalhador na chegada ao poder. Temas ligados ao poder e ao apoderamento; as possibilidades de um subtítulo, complementando o título.

Corrupção; enriquecimento; ilícito; CPI; beneficiamento. As palavras chaves, as Key Words.

Suas teorias do tempo de sindicato e de candidato, sobre modelos de comportamentos políticos, já se tornam comprovadas pelo comportamento próprio; o resumo na forma de Abstract.

A introdução. A carreira acadêmica espelhada na sociedade. Grupos titulados, renomeados e renomados criando seus núcleos em defesa de um patrimônio imaterial, o conhecimento. E seus capitais diversos, do social ao intelectual como um bem imaterial, intangível e incomensurável. E a sociedade do outro lado, fora dos muros da universidade, com outras posses, do barraco no morro ao tríplex na cobertura. Morando na rua ou em um sítio. O que tem de mais importante, seu carro, sua casa e sua vida. Busca a segurança de seus patrimônios, móveis, automóveis, imóveis e tele móveis. Outros capitais, cada um capitaliza-se como pode, quer seja um capital industrial, capital comercial ou capital intelectual.

O capital intelectual vem ganhado espaço sob um título um tanto quanto nobre, diferenciando-se do texto comum: Branded content. Mas em contrapartida o capital intelectual vem correndo o risco de discriminação, com o artifício de uma simples fita métrica. Embora a ciência atual faça investimentos na pesquisa de nanotecnologia. Admite-se pequenos componentes, com pequenas dimensões, mas não se admite um pequeno crânio, que não se conhece ainda as suas futuras capacidades. Grupos legislam e teorizam em causa própria na defesa de seus núcleos, os outros são apenas um citoplasma, com as mitocôndrias rebeladas, que tal como o povo elas produzem a energia, que sustenta a célula. No citoplasma como na sociedade a fagocitose, um engolindo o outro, organismos e microcomponentes de defesa. E o núcleo na posição central protegendo um nucléolo, o mais importante, dentre os muito importantes. O começo do desenvolvimento, um texto de transição. Uma justificativa dos pensamentos alcançados. O elencar das ideias.

E ainda deveriam ter os referenciais teóricos e os norteamentos, a pesquisa bibliográfica e as fontes fidedignas, com respaldo técnico e de reconhecimento entre os seres extraterrestres que compõem a academia, possíveis candidatos a uma banca. Para que a sociedade cientifica e produtora de conhecimento, possa controlar os passos e descobrir algumas falhas, criadas pelos seus olhares.

O desenvolvimento. Primeiro foram as cidades, povoados e lugarejos, concentrações populacionais ligadas por estradas. A expressão popular que diz, todos os caminhos levam a Roma, surgiu de uma mão de obra ociosa, que foi convocada para construir estradas. E com estradas Roma construiu um conhecimento, trocando ideias e mercadorias. O mundo um dia já girou em torno de Roma, e com um giro tudo se repete. De Roma expandiu-se o cristianismo, propagando com letras inversas o amor, criando a teoria da recíproca.

Nota de rodapé. Em outros tempos as cidades tinham muros, uma estratégia de defesa e proteção de elementos e conhecimentos. A ocupação pela força não só podia fazer uma ocupação política e bélica, poderia destruir bibliotecas e literaturas. E com degolas diante do povo, de filósofos e de pensadores, com o um ferimento no corpo, separando-o da mente.

Concentrações de população interligadas por linhas em um mapa. A ideia de criar raízes com rizomas. Entre as cidades, as trocas de conhecimentos e de mercadorias. A cidade como centro político e administrativo; e o local do conhecimento. Consumindo o que vem das industrias, e da zona rural, com o uso do comercio, dotados de capital industrial e capital rural, com capital comercial. Cada capital produz e domina um conhecimento. A cidade com os pensadores, alguns poetas, alguns filósofos e alguns acadêmicos, e o capital intelectual produzido por um grupo restrito. O capital intelectual, de uso individual ou restrito. O conhecimento preso em um convento ou uma academia, observando o que acontece do lado de fora, formando textos e tabelas para chegar a conclusões e vender para quem está do lado de fora. A análise de seus comportamentos, em um emaranhado de rizomas, com raízes e fios. Das observações de Mendel em ervilhas, o emaranhado da sociedade.

As escolhas de classificações das sociedades em rizomáticas ou líquidas. A escolha de uma linha de pesquisa, a partir de uma linha de pensamento. Se o Universo é infinito, infinitas serão as hipóteses de análise e interpretação. Infinitos são os pontos de vistas, e assim se constrói um conhecimento.

E a sugestão de um exemplo, no pé da página ou com paragrafo recuado, criando um destaque: ao dirigir um automóvel, não é suficiente apenas olhar para a frente, é necessário olhar para os lados, com ou sem os retrovisores laterais, que auxiliam o central. Além dos olhares externos é preciso observar o painel, que contém informações sobre o automóvel: velocidade e consumo de combustível, e os comandos de luzes que estão do lado externo. A lição da necessidade da multiplicidade de olhares. Pelas ruas os usos dos símbolos, a komunikologia.

Estamos construindo ao longo da história, uma sociedade rizomática. Cada vez mais restrita e especializada. Rizomas são formados na sociedade em shoppings e condomínios fechados, ligados a outros rizomas por finíssimas raízes. As finíssimas raízes estão simbolizadas pelos sistemas de transmissão a cabo, ou até com Wi-Fi com conexões invisíveis. Um emaranhado de rizomas e raízes, imperceptíveis. As raízes com rizomas funcionam interligadas, coletando e produzindo alimento e conhecimento para as plantas. Circulando por baixo da terra oferecem folhas, flores e frutos, acima do solo.

As plantas com rizomas em suas raízes, lembram as cidades futurísticas, com bolhas de vidro, e localizadas em outros planetas, de atmosfera incompatível, com o atual ser humano, estando na Terra. Uma bolha de aspecto transparente, de plástico ou de vidro, com corredores transparentes interligando as grandes e as pequenas bolhas. Já vistas em desenhos animados e filmes. E a sociedade atual, na busca de se proteger, do que acontece do lado de fora das bolhas construídas, transparentes ou invisíveis. E constrói seus rizomas, com paredes e muros. Rizomas que estão são ligados uns aos outros, onde encontramos diversão e lazer, escolas e faculdades. Ligações entre os rizomas populacionais por vans e transportes escolares, com VLTs ou BRTs, com paradas na porta. Rizomas que protegem da atmosfera social contaminada encontrada do lado de fora. A falta de oxigênio, de conhecimento e o comportamento puro. Com patologias na sociedade contaminada e destituída de valores morais.

Os livros de Marx inspiraram jovens da militância de esquerda em todo o planeta. E como Lula, Marx também não construiu uma carreira acadêmica. Fato que retardou a academia reconhecer o seu conhecimento. Mas com o conhecimento acadêmico e suas simbologias, Marx criou suas teorias, criou um passo a passo para que os acadêmicos entendessem seus passos e suas teorias. Usou suas teorias como um contra-argumento na defesa da força trabalhadora.

Lula inverteu o caminho traçado pela academia, recebeu títulos sem produzir conhecimento. Sem ter acesso a universidade, a mesma que facilitou a outros alunos. Facilitou aos menos favorecidos a ter acesso a universidade. Facilitou aos excluídos que podem se tornar novos excluídos ao se formarem, necessitando da sempre presente e sempre constante especialização e capacitação. Novas portas são colocadas nos caminhos. As regras impostas e exigidas pelo mercado, pelos que dominam o espaço, o denominado campo. O mercado também cria bolhas e rizomas. E agora o ex-presidente e não aluno, precisa dar o exemplo, que não basta ter títulos de reconhecimento, é preciso produzir um conhecimento, sem ter lustrado os bancos da universidade.

As conclusões e finalizações. Entre seus pensamentos, Marx construiu uma máxima: Todo sistema opressor cria recursos e ferramentas para ser destituído. O mesmo que dizer, que é preciso conhecer o inimigo. Argumento utilizado ultimamente com a inserção da Arte da Guerra, nas aulas de formação de administração ou sociologia com Maquiavel ou Sun Tzu. Mas o inimigo pode estar oculto, criado por quem já leu as apontadas e mais outras literaturas. E agora controla tudo de longe.

Antes da publicação impressa e com maiores objetivos, requer o acompanhamento de um revisor competente, sem tirar o objetivo inicial da ideia, na construção de uma tese, construindo um conhecimento. E alguma bibliografia consultada e citada no desenvolvimento do trabalho, aquela que construiu a ideia, também disponível na internet, deve estar elencada:

 

 

PDF 594 – Lula a caminho da produção cientifica – o TCC

http://www.publikador.com/politica/roberto-cardoso-(maracaja)/lula-a-caminho-da-producao-cientifica-o-tcc

http://fgqoferramenteiro.blogspot.com.br/

https://tmblr.co/Z9gcsh23IZH6C

PDF 595 – Lula a caminho da produção cientifica – a Monografia

http://www.publikador.com/politica/roberto-cardoso/lula-a-caminho-da-producao-cientifica-a-monografia

http://fgqoferramenteiro.blogspot.com.br/2016/03/lula-caminho-da-producao-cientifica.html

https://tmblr.co/Z9gcsh23LxtwR

PDF 596- Lula a caminho da produção cientifica – a Dissertação

http://www.publikador.com/politica/roberto-cardoso-(maracaja)/lula-a-caminho-da-producao-cientifica-a-dissertacao

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PDF 597- Lula a caminho da produção cientifica – a Tese

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Outras bibliografias consultadas ou citadas direta ou indiretamente no texto:

http://www.substantivoplural.com.br/code-girl-nas-trilhas-da-komunikologia/

http://www.publikador.com/cultura/roberto-cardoso/nas-trilhas-da-komunikologia

http://www.publikador.com/cultura/roberto-cardoso/code-girl-e-kommunikologia

http://www.substantivoplural.com.br/universidade-em-liquidacao/

http://www.substantivoplural.com.br/nas-trilhas-da-komunikologia/

http://www.publikador.com/cultura/roberto-cardoso-(maracaja)/sobre-um-conhecimento-contido-nas-ruas-tomo-i

http://www.publikador.com/politica/roberto-cardoso-(maracaja)/sobre-um-conhecimento-contido-nas-ruas-tomo-ii

http://www.publikador.com/economia/roberto-cardoso/pi-producao-intelectual

 

 

 

 

Próximo passo e próximo tema: a chegada no pós-doc.

A liberdade da construção bibliográfica.

 

RN, 17/03/16

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O carnaval dos abusos pelas ruas e calçadas

O carnaval dos abusos pelas ruas e calçadas
PDF 576

Uma manifestação diária, que acontece nas ruas
PDF 575
Empresários e representantes do governo, se reúnem regularmente para traçar planos de transportes e aumentos de tarifas. A dominação da malha viária urbana, pelos poderes públicos e privados. E os empresários como categorias detentoras de capitais financeiros, influenciando a vida da cidade e suas artérias viárias, controladores de monopólios e oligopólios, dominando territórios, estão sempre com tabelas e planilhas mostrando as suas perdas de lucros, seus desajustes financeiros. Justificadas por seus custos, de mão de obra, manutenção da frota e combustíveis.
Mas um carnaval com desfile de carros, acontece diariamente em ruas, avenidas e estradas. Um carnaval de cores; luzes, vidros e espelhos. E o desrespeito, pelos que assistem o desfile, por quem anda em calçadas e acostamentos. O bloco dos carros, insistem em arrastar os pedestres de ruas e calçadas. Tornam-se uma ameaça, a quem anda a pé. Também travam lutas entre si. No final de um feriado são apresentados os resultados de acidentes no transito. A falha de um motorista pode tirar a vida de outro e seus passageiros.
Os ônibus trafegam por uma malha viária. E o governo municipal, oferecendo e distribuindo as explorações de linhas, não tem como aferir e julgar planilhas apresentadas, pelos empresários e seus sindicatos empresariais. O governo não cria estratégias de aferimentos dos custos, de passageiros por quilômetros, percorridos e transportados. Ainda que delegue suas competências de mobilidade urbana territorial aos empresários. E torna-se refém de lobbys e empresários. Precisa recorrer do dinheiro do povo, que usa o transporte diariamente.
E quando acontece um aumento da tarifa nos transportes coletivos, manifestantes ocupam as ruas para um protesto. Um movimento contra um aumento da tarifa, e um movimento principalmente, pela melhoria do sistema de transporte público. O argumento do levante é o aumento. O povo na sua vida diária, não é uma categoria unida. O atropelo e o desespero do dia a dia, com horário desregrados não permitem uma parada ou uma aglomeração, para uma manifestação, cada um tem um horário e um trabalho a cumprir. O povo é controlado por rédeas, para seguir em uma direção. Com o argumento do velho tema, que tempo é dinheiro, e a cidade não pode parar. E a cidade que é estática, vai construindo os seus nós.
Mas com o aumento da tarifa, centavos se somam ao dia pós dia. De pequenas moedas no dia a dia, formam grandes cédulas mensais. O aumento do custo doméstico, vendo a família como uma empresa, que forma os filhos em cidadãos. Cidadãos que um dia vão construir e manter a cidade. E hoje já podem planejar um futuro. O desejo de um futuro melhor, com maior comodidade ao usar as ruas.
Então a reivindicação de um sistema que atenda a necessidade do povo usuário, o denominado cidadão. E facilite o transporte nas cidades, o espaço geográfico onde vive e reside o cidadão. Os raros usuários, são os que normalmente com seus carros, criticam, a partir do que avistam por trás de um vidro ou de um para brisas. Mas em algum momento, aqueles usuários motorizados, por algum momento, sem poder usar seus automóveis, serão beneficiados, pelos atos, dos que colocaram as caras nas ruas, seus corpos a disposição de cassetetes, e seus olhos expostos a gás de pimenta. Alguns podem até fazer um passeio de camburão, defendendo o bolso alheio.
Os motorizados, parecem ter nascido com quatro rodas. Primeiro se tornam uns desesperados por estarem por algumas horas ou alguns dias sem os seus carros. Depois descobrem que existem os transportes coletivos, para aqueles que nasceram sem rodas. Nos passeios noturnos e nos finais de semana, utilizam seus carros como justificativa de prioridades, comodidades e segurança. Abusam do álcool e dirigem promovendo insegurança. Colocam em risco os que voltam a pé. Utilizam automóveis particulares como argumento da tranquilidade em voltarem para casa. Mas não são capazes de largarem seus carros, e reivindicarem um transporte coletivo e eficiente de madrugada. Preferem o lado cômodo de serem críticos e motorizados. As cidades já não têm tantas ruas para a quantidade de carros. Ainda que, aqueles que compram um carro financiado, pagando dois ou três carros ao final do financiamento, parecem não estarem preocupados. O que importa é o status. Com o carro parado na porta do vizinho, para verem e apreciarem, e quem sabe até elogiarem.
Com as manifestações contra os aumentos. Ocorre um movimento que acontece, não apenas pela reivindicação do transporte. Há uma filosofia e uma ideologia embutida. Um desejo enclausurado. Um movimento por melhores condições de vida. Não há necessidade de provar por A+B, o quanto um transporte coletivo diminui a quantidade de veículos, trafegando nas ruas. Reduzindo congestionamentos, com economia de tempo, e a poluição do ambiente, E os denominados manifestantes, caminhando a pé reivindicam por melhores veículos, com conforto e eficiência, um respeito a um horário, que respeite uma planilha de horários, com pontualidade e eficiência. Abrigos protegidos do sol e da chuva, se possível do vento que influencia a direção da chuva. Com faixas de protestos, reivindicam o respeito das faixas de pedestres, sempre ocupadas, por pedestres sentados e motorizados.
E os nobres e cultos motoristas, com ares de abonados, sempre prontos para uma crítica contra aqueles que interferem no seu conforto, atrapalhando seus itinerários e trajetos. Com seus automóveis posam na condição de um vencedor, do individual sobre o grupo coletivo. Já outros de frente a uma televisão, estabelecem uma sentença e uma pena, como se fossem deuses ou juízes. O carnaval dos carros alegóricos, de resultados tecnológicos das culturas importadas, com luzes coloridas, segue um bloco desfilando diariamente pelas ruas e avenidas, sistematicamente, seguem os carneirinhos, com a maioria branquinhos. Seguem na cadencia dos semáforos, com alguns escorregando do samba e das avenidas, em canteiros e calçadas, seguindo na contramão da educação. Precisam de multas para tentar aprender a lição.
Com seus carros e outros aparelhos dotados de GPS, podem ser facilmente localizados, por aqueles que dominam e controlam o sistema. Com ares de vencedores não percebem que são controlados, e usados contra um povo. O automóvel é a sua armadura, em um exército que ocupa as ruas. Uma estratégia oculta de invadir um território, com inovação e tecnologia.
Jogam e espalham lixo pelas ruas com seus movimentos velozes, colocando a culpa no menos protegidos, menos educados, e menos aculturados. Esquecem dos seus resíduos deixados e acumulados em Mariana/MG e agora em Jacareí/SP. Outros resíduos não visíveis afetam a camada de ozônio. E o rio que era doce se acabou. Grandes cidades em outros países, já estão abolindo o uso do automóvel. Natal/RN ainda permite o bugre em praias. O risco de ser atropelado tomando sol, deitado na areia.
Acessibilidades para os idosos e deficientes. Passe livre para estudantes, a caminho das escolas em busca de conhecimento. A vida é um movimento constante. Foi caminhando que o homem primitivo adquiriu conhecimento. Usou animais e inventou veículos para fazer viagens, chegando mais longe, adquirindo novos conhecimentos. O homem primitivo caminhou sem rodas, e sem tapa ouvidos. A paisagem e a natureza eram o seu conhecimento, continuando e aprendendo. O automóvel não foi inventado, para construir aglomerações e permanecerem parados, ou em estar em engarrafamentos. Um automóvel, proporciona um movimento, a auto mobilidade, e não justifica ficar parado ou estacionado impedindo outros movimentos, de outros caminhantes ou cadeirantes. As ruas e estradas, desde o princípio, quando eram picadas ou caminhos, eram o espaço de todos. Uma trilha para chegar ou partir.
O sistema público de transportes, é operado por empresas particulares e concessionárias, a partir de uma concorrência ou licitação. A empresas de transportes coletivos cumprem um papel do Estado. Facilitando o deslocamento daqueles que produzem mercadorias, serviços e divisas. O Estado e a Prefeitura, à medida que as cidades crescem devem facilitar os deslocamentos, entre o centro e a periferia. Sem contanto auferir lucros, devem criar alternativas com o planejamento, do aumento da sociedade que necessita de transportes para os seus deslocamentos. O transporte coletivo é um serviço de utilidade pública. Onde percorrem os passageiros pelos itinerários, e também se transporta mercadorias.
E os sistemas de implantação de melhoria de qualidade, não têm servido para nada. Uma ideia importada, para controlar um povo. A gestão da qualidade vem perdendo espaço, para a gestão do lucro. O oligopólio e o monopólio das empresas de transportes coletivos, não permitem uma outra escolha da população. Não há alternativas de escolher outros itinerários e outras empresas. Ainda que exista o transporte pirata. Em contrapartida e na contramão, as prefeituras parecem não trabalhar pelo povo, já que os prefeitos e os vereadores são eleitos pelo povo. Enquanto nas Câmaras e Assembleias formam-se os Lobbys. Homens de terno e gravata, lembram o velho Barata no domínio da Zona Oeste carioca. Os grandes empresários dos transportes coletivos. São autorizados a explorar linhas, sem explorar os passageiros. Praticam por concessão, uma obrigatoriedade do estado.
Enquanto o usuário é notificado e educado a facilitar o troco, os órgãos competentes não facilitam o desgaste e o sacrifício diário do usuário. Prometem mundos e fundos, com festas e alegrias para o futuro, em um momento indeterminado e indefinido, perdido no tempo, sem ao menos, melhorar o presente. Enquanto administradores públicos, prometem um futuro melhor, cortam a cidade em seus carros oficiais e blindados, com ar condicionado e vidro fechado, com película no vidro. A trave nos olhos, para não ver um município mal administrado. Estão sempre ocupados. Trabalham em lugares fechados, construindo regras e normas que facilitem seu dia a dia; debatem e lançam perdigotos, em seus colegas, com cafezinho e agua gelada, servidos em xicaras e taças, com direito a garçom e copeiro. Em seus carros, com motoristas, enxergam a cidade por um vidro embaçado. Uma visão distorcida da realidade. Em seus gabinetes sem janelas, enxergam o município por textos e imagens em telas. Viajam para outras cidades para agendar um carnaval. Convidam os artistas que convidariam para frequentar a sua casa. A arrecadação municipal, garante transporte, estadias e translado, pelas partes belas da cidade. Depois do carnaval acidade retorna a realidade.
E diariamente com os passageiros sentados e calados, em pé e suados, acalorados e apertados; atrasados e apressados, com o dia sofrido e calculado. Estes apreciam diariamente pelas janelas, uma manifestação do lado de fora. A manifestação daqueles que possuem automóveis. Os que se julgam serem donos das calçadas e das ruas. Aqueles que diariamente retiram seus carros de casas ou apartamentos, isolados em condomínios, com garagens e estacionamentos, para ocuparem um espaço na rua. Tiram seus carros de locais protegidos e abrigados do tempo, para expô-los nas ruas. Criam congestionamentos, isolando-se do mundo. Estacionam em fila ao longo do meio fio, da calçada e da pista, impedindo um pedestre, de atravessar uma rua. Agridem, intimidam e ameaçam, as vidas e a integridade, daqueles que com o uso dos pés e das pernas, ou com o uso de uma cadeira de rodas, procuram exercer seu direito de ir e vir.
Em um contrato de trabalho não constam clausulas, que obriguem o empregado, o contratado, aquele agora denominado como colaborador, a chegar no trabalho motorizado. E na CTPS, não consta alguma anotação como adendo as obrigações do empregado, que este deva usar veículo próprio para não chegar atrasado. Cabe a cidade promover um bom deslocamento, arrecadando impostos. Pelas janelas dos coletivos são avistados veículos: de quatro, cinco, ou mais lugares, e circulam pelas ruas, apenas com um elemento sentado, na condição de motorista e passageiro. Veículos que ocupam vários metros quadrados sobres as ruas, calçadas e pistas.
A reivindicação da melhoria do transporte, não é apenas uma atitude do manifestante, contra um aumento. Manifestante o adjetivo para depreciação do reclamante, do estudante e do trabalhador. É uma reivindicação que cabe ato todos. Cada prefeitura tem um compromisso social com seus colaboradores, cidadãos e moradores.
O automóvel é uma grande jogada internacional. Promovem uma venda casada, com veículos, manutenção e combustível, todos controlados por empresas multinacionais. Recebemos sistematicamente novas tecnologias, que já foram usadas e exploradas no exterior. Como não há mais espaço nas ruas os pátios das montadoras estão sempre lotados, criando sempre uma nova promoção para clientes iludidos, na busca do automóvel como símbolo.
A atual indústria aeronáutica é a prova, para um futuro. Vem montando aviões de outros países, já que ainda não justificam maiores investimentos, com incentivos e isenções de impostos para se instalar em terras brasileiras. Até o dia que possam incutir na cabeça de possuidores de capital, o quanto é bom possuir um jatinho.
Quem compra um veículo, adquire um problema. E não importa o tamanho do automóvel, em relação ao tamanho da vaga. Um problema que não pode ser deixado na porta ou na calçada do outro. Quem usa um carro deve prever a necessidade de um estacionamento, no local de destino. E deve levar em conta o tamanho do seu veículo, buscando um local apropriado. A calçada é do pedestre, e feita para o pedestre, com uso exclusivo do pedestre, estando longe do fluxo de carros. A calçada é o livre espaço para todos, com a prioridade e uma necessidade do pedestre. Junto com os pedestres estão aquele com limitações motoras de deslocamento, com bengalas, muletas ou cadeira de rodas, as estratégias mais conhecidas. E a calçada cabe a responsabilidade do imóvel à frente. Cada imóvel tem uma responsabilidade sobre a calçada, o limite ente o imóvel e a rua. Cabe ao proprietário a manutenção e conservação da calçada, também denominada de passeio público.
A cultura surge e acontece nas ruas. E temos visto nas ruas uma cultura produzida pela tecnologia, com resíduos estocados em Mariana, que seguiram em direção ao mar. Com ar condicionado e rádio ligado; com película no vidro fechado e GPS, isolam-se do mundo, sem se importar com o que acontece do lado de fora. Seu mundo como um ovo, idolatrando a própria microcefalia. Seguem em seus carros dizendo serem vítimas do sistema, com deficiência de transportes e violência.
E a cultura nativa, aquela construída com a história e os costumes formados preservados, em um local, pode ser um instrumento de reduzir a violência. Mas há uma necessidade que o poder público, a começar pela prefeitura, que franquie o uso dos espaços públicos aos que estão dispostos a andarem por ruas e calçadas, promovendo e preservando a cultura, com música, teatro e poesia. O povo e a cultura precisam se encontrar e ocupar as praças e as calçadas.
A defesa do uso da literatura, a começar com o uso e da leitura dos estatutos, da criança, do adolescente, ou do idoso. E o estatuto ou as leis que preservam e priorizam os deficientes. E ainda temos uma outra literatura, as normas e regras de transito supostamente aprendidas, estudadas e decoradas, para fazer uma prova. E depois esquecidas pelos motoristas que possuem um automóvel e uma CNH.

Entre Natal/RN e Parnamirim/RN
Em 09/02/16

Textos disponíveis em:
O carnaval dos abusos pelas ruas e calçadas
PDF 576
http://www.publikador.com/politica/roberto-cardoso/o-carnaval-dos-abusos-pelas-ruas-e-calcadas
http://osabereseosabores.blogspot.com.br/2016/02/o-carnaval-dos-abusos-pelas-ruas-e.html
http://komunikologie.blogspot.com.br/2016/02/o-carnaval-dos-abusos-pelas-ruas-e.html

Uma manifestação diária, que acontece nas ruas
PDF 575
http://www.publikador.com/politica/roberto-cardoso-(maracaja)/uma-manifestacao-diaria-que-acontece-nas-ruas

Uma manifestação diária, que acontece nas ruas
PDF 575
http://chig2.blogspot.com.br/2016/02/uma-manifestacao-diaria-que-acontece.html
http://aniversariodailha.blogspot.com.br/2016/02/uma-manifestacao-diaria-que-acontece.html
http://ilha441anos.blogspot.com.br/2016/02/uma-manifestacao-diaria-que-acontece.html

Textos originais
Textos sobre mobilidade urbana
http://umabodegapotiguar.blogspot.com.br/2015/05/mobilidade-urbana.html
Manifestação silenciosa
http://www.publikador.com/meio-ambiente/maracaja/manifestacao-silenciosa
http://www.recantodasletras.com.br/artigos/5451427
http://umabodegapotiguar.blogspot.com.br/2015/03/manifestacao-silenciosa.html
http://valedojerimum.blogspot.com.br/2015/03/manifestacao-silenciosa.html

A manifestação diária, que acontece nas ruas
PDF 574
Publicado em Substantivo Plural
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Em 02/02/16
Roberto Cardoso “Maracajá”
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Em 09/02/2016
Entre Natal/RN e Parnamirim/RN

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O carnaval dos abusos pelas ruas e calçadas

PDF 576

Uma manifestação diária, que acontece nas ruas

PDF 575

Cartas a um professor

Cartas a um professor e cartas a um mestre e doutor. Cartas aos que professam suas ideias, diante uma classe sentada e disposta a assistir suas declarações, com suas palmatórias e suas notas decisórias.
Dia do mestre, e dia do professor. O dia de agradecer aquele que se dispos a orientar, a ensinar. O dia daquelas que conduzem o aluno nos primeiros passos. Dia de agradecimentos e dia de mandar cartas. Cartas que podem facilitar suas novas visões nas proximas preparações. Proximas aulas e proximas provas. Proximas orientações. Proximos amigos que podem ser vistos sempre como alunos ou orientandos.
Cartas para entender as novas gerações, que chegam com um maior conhecimento, e um aparelho de comunicações e informações na palma da mão. Alunos que já chegam iluminados, os novos iniciados.
15/10/15

A velocidade da informação
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Cartas a um mestre e doutor
Do útero a pós graduação
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A Dialética da zona de conforto
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O egoismo do tempo
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A praxis do existir
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Notas sobre o tempo
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O conhecimento que as universidades já não produzem
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1ª carta
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2ª carta
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3ª carta
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4ª carta
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5ª carta
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6ª carta
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7ª carta
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8ª carta
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Mi mi mi
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Em 15/10/15
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Roberto Cardoso (Maracajá)
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